Reportagem da Revista JT apresenta as diferenças entre o parto na água e o parto Leboyer.
Ginecologista e obstetra há 45 anos, Cláudio Basbaum não defende o parto na água. “O ser humano não é anfíbio”, diz Basbaum, bem humorado. A técnica de dar à luz dentro de banheiras ou piscinas com água morna, aqui no Brasil, foi moda 30 anos atrás, mas por pouco tempo.
De acordo com Basbaum, os riscos presentes neste tipo de parto não são poucos, especialmente para o bebê. “No momento em que nasce, a criança expande os pulmões e pode aspirar água”, diz o obstetra. Basbaum acredita que a humanidade deve nascer no mundo aéreo. Só assim a criança poderá aprender lentamente a respirar. No ‘mundo aquático’, a mãe ainda pode pegar alguma infecção com a água da banheira ou da piscina.







