É chocante o número de mulheres que não sabem por que estão sendo submetidas a uma histerectomia.
Simplesmente aceitam a palavra do médico, que indica a retirada do órgão por haver sangramento ou miomas.
Tais razoes são por vezes pouco consistentes para uma operação de grande porte.
É necessário ter um diagnóstico preciso, que irá orientar sobre a melhor estratégia terapêutica.
Simplesmente aceitam a palavra do médico, que indica a retirada do órgão por haver sangramento ou miomas.
Tais razoes são por vezes pouco consistentes para uma operação de grande porte.
É necessário ter um diagnóstico preciso, que irá orientar sobre a melhor estratégia terapêutica.
Folha de S.Paulo
Uma reportagem de Cláudia Collucci, no jornal Folha de S.Paulo, apresenta os riscos que mulheres de baixa renda correm ao se submetem à histerectomia na rede pública.
“Quanto menor a renda familiar e o grau de escolaridade da mulher, maior é a chance dela passar por uma histerectomia (retirada do útero) na rede pública, revela um estudo do Instituto de Medicina Sodial da Uerj (Universidade Estadual do Rio de Janeiro).
No SUS, a histerectomia é a segunda cirurgia mais freqüente entre as mulheres em idade reprodutiva, só perdendo para as cesáreas. Em 2005, foram feitas 112,2 mil retiradas de útero, ao custo de R$67,5 milhões. Os sistemas privado e suplementar não têm esses dados.”







